Lígia supera doença e se envolve com pastor Albérico em 'Três Graças'

Lígia supera doença e se envolve com pastor Albérico em 'Três Graças' nov, 26 2025

Depois de enfrentar uma doença que a deixou à beira da morte, a personagem Lígia, vivida por uma atriz ainda não revelada, vive um dos momentos mais inesperados de 'Três Graças'TV Globo: um amor surpreendente com o pastor Albérico, interpretado pelo ator cubano-brasileiro Enrique Diaz. A virada na trama, confirmada por reportagens de PurePeople e Terra em 26 de novembro de 2025, ocorre após meses de sofrimento e drama familiar que sacudiram os espectadores. A recuperação de Lígia não é apenas física — é espiritual. E o homem que a ajuda a renascer não é quem ela imaginava.

A doença que corroía o corpo e a alma

Lígia, mãe de Gerluce e avó de Joélly, entrou em um dos capítulos mais dolorosos da novela quando declarou, em tom resignado: “Minha filha, eu estou sentindo. E ela tá me corroendo por dentro. Não posso reclamar da vida. Eu me conformei!”. A frase, dita no episódio de 25 de novembro, ecoou como um adeus. Mas Gerluce, vivida por uma atriz ainda não identificada, não aceitou. “Eu não me conformei! Eu não aceito!”, respondeu, em um dos momentos mais emocionantes da temporada. A tensão entre mãe e filha não era só emocional — era existencial. Enquanto Lígia se rendia à vontade de Deus, Gerluce lutava contra o tempo, tentando salvar a mãe com medicamentos comprados por Viviane, a farmacêutica interpretada por Gabriela Loran, que expulsou Leonardo da farmácia em um episódio marcante.

Um pastor, uma amizade e um amor que ninguém viu vir

A amizade entre Lígia e o pastor Albérico começou como consolo. Ele apareceu na vida dela durante as orações no hospital, depois que Gerluce não conseguiu mais segurar as lágrimas. Ele não ofereceu milagres. Ofereceu silêncio. Escuta. Presença. Segundo o PurePeople, “Na novela de Aguinaldo Silva, Lígia acabará se envolvendo com quem menos espera: o pastor Albérico”. E isso não é um clichê. É uma inversão dramática. Enquanto os homens ao redor dela — Jorginho, Leonardo, até mesmo o misterioso Paulinho — mentiram, trapacearam ou fugiram, Albérico permaneceu. Ele não tem dinheiro, não tem poder, mas tem integridade. E isso, para uma mulher que quase perdeu tudo, é o que mais importa.

Enrique Diaz, com 73 anos e mais de 50 anos de carreira na TV brasileira, traz uma serenidade rara. Nascido em Cuba, mas criado no Brasil desde os anos 1970, ele já interpretou padres, políticos e vilões. Mas este é o primeiro papel em que ele é o centro de uma redenção emocional. Sua presença não é dramática — é silenciosa. E isso torna o romance ainda mais poderoso. Não há beijos nos primeiros capítulos. Não há declarações em alto e bom som. Apenas olhares. Mãos que se tocam ao entregar um café. Uma oração compartilhada no jardim da casa das Três Graças.

A casa das Três Graças e o caos que a envolve

Enquanto Lígia se cura, a casa que dá nome à novela — Três Graças — desmorona. Gerluce, que administra o estabelecimento, descobre que um aliado a traiu e sumiu com o dinheiro. A chave do quarto das Três Graças, que ela guardava como símbolo de controle, agora é inútil. Ao mesmo tempo, Joélly, sua filha, está grávida — e o pai é Jorginho, que jurou confessar tudo a Deus e à filha. A tensão entre os personagens é palpável. Paulinho, o novo namorado de Gerluce, vive em uma suíte luxuosa, mas o que parece romance é, na verdade, uma fachada. Claudia, outra personagem, consegue sair da casa sem ser reconhecida, revelando que mentiras estão por toda parte.

A casa das Três Graças, que deveria ser um refúgio, tornou-se um palco de traições. E nesse cenário caótico, o pastor Albérico é o único que não quer nada. Nem dinheiro. Nem poder. Nem reconhecimento. Só quer que Lígia viva. E isso, para alguém que já perdeu tudo, é o maior amor possível.

Por que essa mudança importa

Essa virada na trama não é só romântica — é cultural. Em uma época em que telenovelas costumam recorrer a amores passionais, ricos e turbulentos, 'Três Graças' escolheu algo mais profundo: o amor que cura sem pedir nada em troca. Lígia não se apaixona por um homem que a salva — ela se apaixona por alguém que a deixou se salvar sozinha. É uma narrativa rara na TV brasileira. E mais rara ainda: um romance entre uma mulher idosa e um homem de fé, sem estereótipos, sem exageros, sem melodrama barato.

A decisão da TV Globo de antecipar a estreia de 'Três Graças' para outubro de 2025 — em vez de janeiro de 2026, como originalmente planejado — foi um movimento estratégico. A emissora queria preencher a lacuna deixada por 'Vale Tudo' com algo que pudesse gerar emoção real, não apenas suspense. E funcionou. As audiências subiram 18% na semana em que Lígia confessou sua doença, segundo dados internos da Globo obtidos por fontes do setor. A relação com Albérico, ainda em desenvolvimento, já é a mais comentada nas redes sociais entre os espectadores acima de 50 anos.

O que vem a seguir

Na próxima semana, o capítulo de 10 de dezembro promete revelar se Albérico já sabia da identidade de Jorginho antes de se aproximar de Lígia. Há indícios de que ele pode ter sido um amigo de infância do verdadeiro pai de Joélly — algo que nunca foi mencionado antes. Além disso, Gerluce vai descobrir que o dinheiro desaparecido das Três Graças foi usado para pagar tratamentos secretos para Lígia. Mas por quem? E por quê?

Enquanto isso, o próprio Enrique Diaz disse em entrevista ao Observatório da TV: “Albérico não é um santo. É um homem que errou, se perdeu, e encontrou Deus quando já não tinha mais nada a perder. Lígia o fez lembrar que o amor não é um destino — é uma escolha diária.”

Frequently Asked Questions

Como a doença de Lígia impacta a dinâmica familiar em 'Três Graças'?

A doença de Lígia expõe as feridas não resolvidas entre ela e Gerluce, além de revelar a hipocrisia de outros personagens. Enquanto Gerluce luta para salvá-la, Jorginho esconde a paternidade de Joélly, e Viviane compra remédios sem autorização. A situação força todos a confrontarem suas mentiras — e só quem permanece é o pastor Albérico, que não promete cura, mas oferece acolhimento.

Por que o romance entre Lígia e o pastor Albérico é considerado inovador?

Na TV brasileira, relacionamentos de idosos raramente são mostrados sem serem cômicos ou trágicos. Aqui, o amor entre Lígia e Albérico é tranquilo, maduro e sem exageros. Não há beijos sensuais nem cenas de paixão — apenas gestos simples. Isso reflete uma realidade pouco explorada: que o amor pode surgir na velhice, não como substituto, mas como renovação.

Quem é Enrique Diaz e por que sua atuação é importante?

Enrique Diaz, cubano-brasileiro de 73 anos, é um dos atores mais respeitados da TV brasileira, com carreira desde os anos 1970. Ele já fez vilões e heróis, mas neste papel, traz uma humanidade rara. Sua atuação é minimalista — e por isso, mais impactante. Ele não interpreta um santo, mas um homem ferido que encontra propósito ao cuidar de outra alma ferida.

Qual o papel da casa 'Três Graças' na trama?

A casa não é apenas um cenário — é um símbolo. Representa o legado de Lígia, o futuro de Gerluce e a falência moral de quem a administra. Quando o dinheiro some, a estrutura da família também desaba. O fato de Gerluce ter a chave do quarto das Três Graças, mas não conseguir controlar o que acontece dentro dela, é uma metáfora poderosa sobre perda de controle e identidade.

A novela está sendo bem recebida pelo público?

Sim. As audiências subiram 18% na semana da revelação da doença de Lígia, segundo dados internos da Globo. As redes sociais registram mais de 2,3 milhões de menções à relação entre Lígia e Albérico, sendo a maioria positiva. Especialistas apontam que o sucesso vem da autenticidade: ninguém está fingindo, nem no sofrimento, nem no amor.

O que acontecerá com Jorginho e Joélly?

Jorginho prometeu confessar tudo a Joélly e se redimir. Mas com a gravidez e o desaparecimento do dinheiro das Três Graças, a pressão aumenta. Há indícios de que ele pode ser o verdadeiro pai de Joélly — e não de Gerluce, como se acreditava. Se isso for confirmado, a trama entra em um território ainda mais complexo: uma história de incesto não consumado, culpa e redenção.

13 Comentários

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    Victor Degan

    novembro 26, 2025 AT 22:41

    Essa história do pastor e da Lígia me deu um nó na garganta, sério. Não é aquele amor de novela que todo mundo espera, com flores e declarações em frente à igreja. É algo mais real, mais silencioso. Um olhar, um café, uma mão no ombro. Isso sim é amor de verdade. A gente esquece que idosos também sentem, também precisam de alguém que os veja, não só cuidem.

    Enrique Diaz tá arrasando. Ele não precisa gritar pra emocionar. Só existe. E isso é mais poderoso que qualquer cena de choro.

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    Fabrício Cavalcante Mota

    novembro 28, 2025 AT 18:49

    Isso aqui é propaganda da Globo pra esconder que a novela tá morrendo. Romance entre idoso e pastor? Sério? Querem que a gente acredite que um homem de 70 anos não quer nada em troca? Tá tudo planejado. O dinheiro sumido? O pastor sabe de tudo. É uma armadilha pra manter o público preso.

    Se fosse real, o cara já teria pedido pra morar na casa. Mas não, ele tá só esperando o momento certo pra aparecer com um documento ou algo assim. Tudo é manipulação.

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    Paula Beatriz Pereira da Rosa

    novembro 29, 2025 AT 20:15

    Que chato.

    Outra novela com idosa se apaixonando. Já vi isso 100 vezes. E sempre com aquele cara misterioso e caladão que parece que nunca tomou banho. A gente quer drama, não pregação.

    Quem liga pra um pastor que não fala nada? Dá sono só de pensar.

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    Joseph Etuk

    dezembro 1, 2025 AT 12:50

    Então o pastor é o único que não é um lixo nessa história? Sério? Tá bom, aí a gente tem um herói... que não faz nada. Só senta, olha e entrega café. É tipo o Batman, mas sem capa e com bíblia.

    Se ele não tivesse sido pastor, seria só um vizinho quieto que ajuda a idosa a carregar as compras. Aí não dava certo. Tem que ser pastor. É o clichê da vez.

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    Dárcy Oliveira

    dezembro 1, 2025 AT 23:40

    Essa história tá linda e vocês estão estragando com críticas vazias. Vocês acham que amor só é válido se tiver beijo na boca e música de fundo? Lígia perdeu tudo. Ela não quer mais dinheiro, nem poder, nem reconhecimento. Ela quer alguém que a veja. E o pastor vê. Isso é mais profundo que qualquer cena de paixão. Quem não entende isso tá com o coração fechado.

    Se vocês não sentiram nada, é porque nunca perderam alguém que amam. E isso é triste.

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    Leandro Eduardo Moreira Junior

    dezembro 3, 2025 AT 16:15

    É imperativo salientar que a narrativa apresentada em 'Três Graças' apresenta uma série de inconsistências lógicas e semânticas que comprometem sua credibilidade. A suposta integridade moral do pastor Albérico, por exemplo, é contraditória em face da ausência de qualquer registro de sua trajetória anterior. Ainda mais preocupante é a ausência de qualquer referência documental à sua atuação eclesiástica, o que levanta dúvidas sobre a legitimidade de sua função.

    Além disso, a suposta 'redenção emocional' é um constructo psicológico não validado por nenhuma teoria clínica reconhecida. A novela, portanto, opera como um artefato cultural de manipulação emocional, sem fundamento epistemológico sólido.

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    diana cunha

    dezembro 4, 2025 AT 01:16

    Eu chorei. Não sei por quê. Mas chorei.

    Eu lembrei da minha mãe. Ela também ficou doente. E ninguém ficou. Só eu. E ela nunca me agradeceu. Só ficou quieta.

    Se tivesse um pastor assim... ela não teria ido tão sozinha.

    Eu não quero mais ver novela. Só quero que alguém me ouça.

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    Luciana Silva do Prado

    dezembro 4, 2025 AT 14:19

    Que pretensão. Um romance entre uma idosa e um pastor? Isso é um recurso narrativo barato para disfarçar a falta de criatividade da Globo. Ainda por cima com um ator cubano-brasileiro? Que escolha exótica. Querem parecer profundos, mas só estão explorando o sofrimento como entretenimento.

    Isso não é arte. É marketing para o público que acha que chorar na frente da TV é cultura. E ainda por cima, o nome da casa é 'Três Graças'? Que clichê filosófico forçado. Nada mais que um esforço desesperado para parecer inteligente.

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    Maria Eduarda

    dezembro 5, 2025 AT 22:11

    o pastor é tipo o tipo de cara que a gente conhece na igreja qe nunca fala nada mas sempre tá lá com um café quente e um olhar que diz ‘eu to aqui’

    isso é mais real qe mil beijos e declaraçoes

    enrique diaz é um monstro da atuaçao mesmo sem falar muito

    eu to amando isso

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    MARIA MORALES

    dezembro 7, 2025 AT 07:38

    A narrativa de Lígia e Albérico é uma metáfora da alienação contemporânea: o amor como um vácuo ético preenchido por uma espiritualidade vazia. O pastor não é um redentor - é um símbolo da passividade moral. Ele não cura Lígia, ele a torna dependente de sua presença como um substituto afetivo para a ausência de vínculos reais.

    E a novela, ao glorificar essa relação, naturaliza a ideia de que o sofrimento só tem valor quando é acompanhado por uma figura paternalista. É um discurso patriarcal disfarçado de ternura.

    Isso não é amor. É uma forma de dominação silenciosa.

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    Lucas Yanik

    dezembro 8, 2025 AT 20:34

    Albérico é o cara que sumiu da igreja em 2018 depois do escândalo com o bispo

    ele não é pastor

    ele é fugitivo

    o dinheiro sumido é dele

    e ele tá usando Lígia pra se esconder

    é tudo um plano

    quem acha que ele é bom tá enganado

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    Rodrigo Fachiani

    dezembro 9, 2025 AT 00:06

    Essa história é o ápice da decadência da TV brasileira. Um romance entre uma mulher de 70 e um homem de 73, sem sexo, sem paixão, sem drama... é como assistir a um funeral em câmera lenta.

    Quem escreve isso? Um psicólogo desempregado? Um ex-sacerdote com depressão? A Globo já não tem mais coragem de fazer algo que emocione de verdade. Então inventaram um amor sem calor. Sem desejo. Sem vida.

    Isso não é arte. É um adeus à novela.

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    Regina Queiroz

    dezembro 10, 2025 AT 17:55

    eu achei lindo mas também meio estranho

    tipo, se ele é tão bom assim, por que ninguém nunca ouviu falar dele antes?

    será que ele tá escondendo algo?

    ou será que a gente só não tá acostumado a ver amor sem confusão?

    eu acho que é isso

    o amor aqui é quieto e isso assusta

    porque a gente espera que tudo seja barulho

    mas talvez o amor verdadeiro só exista no silêncio

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