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Sessão Cultural reafirma que a vida no nosso Estado está imersa em arte e acessível pelas plataformas digitais

Como ressaltaram alguns acadêmicos ao final do evento, a apresentação “Acervos Artísticos Públicos em Porto Alegre” do professor, curador e crítico de arte Paulo Gomes, que coordena a Pinacoteca Barão de Santo Ângelo, encantou e surpreendeu os participantes da Sessão Cultural da ASRM realizada nesta terça-feira, 10. Em um tempo relativamente curto, devido aos limites da live na plataforma virtual, o historiador proporcionou um panorama fundamental da arte pública de Porto Alegre abrangendo o histórico, os diferenciais e o acervo de sete instituições estatais e privadas. Além da própria pinacoteca vinculada à UFRGS que dirige, dotada de uma coleção de 2.000 peças, ele citou o Museu de Artes do Rio Grande do Sul (MARGS) com mais de 4.000 obras, para dar uma ideia da dimensão e da importância das coleções artísticas públicas existentes na capital gaúcha.

Gomes ainda relacionou as pinacotecas municipais Rubem Berta e Aldo Locatelli, o Museu de Arte Contemporânea (MACRS), a Pinacoteca Fundacred (ex-Aplub) e a Fundação Iberê Camargo.

Por fim, ainda mencionou o Palácio Piratini e a Biblioteca Pública do Estado como espaços públicos que já hospedaram coleções de arte maiores, com peças que se dispersaram ao longo do tempo.

O convidado especial elogiou a crescente disponibilização dos acervos em meios virtuais, como sites, favorecendo a disseminação da cultura, além de facilitar o acesso às obras, os estudos e as pesquisas. O que reforça o que disse e reafirmou o presidente da Academia, Luiz Lavinsky: “nossas vidas estão cada vez mais imersas em arte”.